Pinot Noir

Que a tecnologia faz parte do mundo do vinho e que em muitos pontos do planeta há vinícolas que preferem manter métodos tradicionais, todos nós, amantes do vinho, sabemos. Mas hoje o site do Dr Vino me fez pensar em tantas coisas… -algumas vão ficar para um outo dia, quem sabe.

butt-and-grapes-300x225foto: reprodução

O assunto era uma vinícola em Oregon, com seu bom Pinot Noir. No processo de fermentação, mulheres entram nuas num tonel com o suco da uva quente, mais suas peles e sementes; é quando o açúcar se transforma em álcool e dióxido de carbono gerando calor; o suco da uva fica na parte inferior, enquanto o que é sólido sobe à superfície –le chapeau. Nas alturas, esta parte se resseca, comprometendo a extração da cor e dos taninos da pele da Pinot Noir e, para que isso não aconteça, fazem uso de uma técnica nascida na Borgonha, a pigeage.

Por este método, muito usado em tintos, a uva se “quebra” durante a fermentação alcoólica, enriquecendo o sabor e o caráter do vinho e deve ser feito 3 vezes ao dia. Esta tradição perdura porque há os que acreditam que a delicadeza deste processo faz toda a diferença.

E o povo nu? Bem, eles dizem que ao sair dos tonéis corpo e sentidos estão pra lá de aguçados… E quem prova o vinho? Bem, Kerry Newberry, que contou a história, disse, antes de tudo acontecer, que era uma de suas vinícolas prediletas…

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